Autor/aRafael Bán Jacobsen

Rafael Bán Jacobsen, fisico, professor, escritor, poeta e músico. Nasceu em Porto Alegre no dia 21 de maio de 1981. Curso de Bacharelado em Fisica UFRGS em que passou em primeiron lugar no vestibular em 1999 e foi escolhido orador da turma de formandos em 2003. Possui Curso de Mestrado em Fisica como Bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (CNPq).Engajado ao Grupo "Fisca Ha'drons" da UFRGS. Quanto à pesquisa em Fisica, concentra seu interesse na área da Fisica Nuclear e de Partículas e também em Relatividade e Cosmologia em especial atuação em Astrofísica Nuclear. Em 2010 foi aprovado em primeiro lugar em Concurso Público para físico da UFRGS, onde atua na área da Fisica das Radiações e Aspectos de Segurança e Proteção Radiológica. Instituições Culturais de que faz parte: Presidente da Sociedade Partenon Literário; Ex presidente da Academia Rio-Grandense de Letras; Pertence à Casa do Poeta Rio-Grandense; ao Grêmio Literário Castro Alves; ao Instituto Cultural Português; à Associação Gaúcha dos Escritores Independentes; à Academia de Artes Ciências e Letras Castro Alves; Conselho de Cultura da Federação Israelita do Rio Grande do Sul; ao Circulo de Pesquisas Literárias; ao Conselho Municipal do Livro e da Leitura; Colegiado Setorial do Livro, Leitura e Literatura Rs.

Ecologia esquecida

E
Ecologia esquecida que ilustra el poema del mismo nombre

Rafael Bán Jacobsen

Diga lá, o que é melhor nesta vida? Melhor que viver, é viver natureza. Veja que aí se acha a beleza! Clamar a ECOLOGIA esquecida,

É dar valor á vida; nossa querida. Recuperar o verde, da'-nos certeza Que a vida pode manter-se ilesa Se a civilizacão for precavida,

Guardar toda natureza com tal zelo, Que a faça sempre bela flor eterna, O ar purificador, regenerador

Assim será, se o homem tal mantê-lo A terra vivera' com a gente terna, Unido em um belo gesto de amor!

Ouça de todo ouvido o meu clamor. O tempo é próximo, morte e drama. O futuro acenderá esta chama, O mundo em agonía trara' o terror.

Ar envenenado e' nuvem de pavor. Água enegrecida será a flama, Da suicida e temerosa trama, Que o homem llevará do fatal horror!

Abre os olhos a tempo de retornar. Poderá o homem não mais ter afago Da brisa, se a natureza perecer.

A vida tenta, com esforço vão, voltar. O homem e' ingrato, o cego mago, Que a vida na escuridão fez morrer...